Eis as razões que preocupam a PAF e explicam a campanha… Défice em 2,1???????

São estas notícias que causam a tensão alta dos pafiosos e o ataque desesperado a Centeno. “Este crescimento de 1,8% é mesmo o mais elevado desde o segundo semestre de 2010.”

PIB português cresce acima da média da União Europeia e da Zona Euro

Pelo segundo trimestre consecutivo o PIB português regista um crescimento em cadeia (variação face ao trimestre anterior) acima da média registada para esse mesmo indicador quando se consideram os países da União Europeia ou da Zona Euro para os quais já há informação estatística. No quarto trimestre junta-se à variação em cadeia a variação homóloga que com os 1,9% fica acima dos 1,7% apurados para a Zona Euro e dos 1,8% apurados para a União Europeia. Na comparação com o principal parceiro económico, a Espanha, a economia portuguesa continua a registar menor dinamismo, contudo esse diferencial tem vindo a diminuir significativamente ao longo do ano. No primeiro trimestre de 2016 a economia espanhola crescia mais 2,5 pontos percentuais do que a portuguesa enquanto que no último trimestre do mesmo ano esse diferencial tinha encurtado para menos de metade: 1,1 pontos percentuais.

A economia portuguesa está, no final de 2016, a acrescer mais do que a economia Alemã, Francesa, Italiana, Belga, Grega entre outras. Veja a tabela comparativa aqui.

Mas temos mais – A confirmarem-se os números…. ai JASUS

Mário Centeno anuncia que défice de 2016 vai ficar abaixo da meta orçamentada, não ultrapassando os 2,1% do PIB. Nem eu quero crer.

Sobe sobe gerigonça sobe…

A esquerda sobe sobe

O barómetro da Eurosondagem hoje divulgado parece mostrar que, de facto, a nova estratégia de Pedro Passos Coelho é meramente para consumo interno. Os portugueses não gostaram e voltaram a penalizar o PSD com um descida 0,8 pontos percentuais nas intenções de voto e o seu líder com uma queda de 2,2 p.p. na popularidade. Também a líder do CDS tem uma queda de 1,9 p.p. na sua popularidade.

A queda do PSD para 29,2% é acompanhada por uma subida residual do CDS em 0,1 p.p. levando a direita um novo mínimo desde dezembro de 2015. Somadas as intenções de voto, os dois partidos da direita não conseguem mais que 36,2%.

Bruxelas responsabiliza anterior Governo e caso Banif pela derrapagem do défice

Expresso

Expresso

Oerre Moscovici defende que a Comissão Europeia foi racional e tomou a “decisão adequada para não quebrar o crescimento”, ao adiar um possível agravamento do procedimento por défice excessivo, facto que poderia conduzir a sanções a Portugal.

Bruxelas responsabiliza anterior Governo e caso Banif pela derrapagem do défice