O Banco dos Pafiosos cada vez mais embrulhado

Novo Banco

Começam algumas vozes a falar na “nacionalização”. Pois percebe-se a coisa está mal.

Segundo o público

O Novo Banco vai apresentar esta quarta-feira as contas de 2015, onde deverá revelar um resultado negativo superior a 900 milhões de euros. Uma parte do prejuízo da instituição liderada por Eduardo Stock da Cunha, traduz o reconhecimento de novas imparidades associadas a grandes clientes do antigo BES, que deixaram de cumprir com as suas obrigações .

Estes prejuízos, cerca de ano e meio depois da medida de resolução aplicada ao BES, contrastam com os lucros apurados no mesmo período pelo BCP (235 milhões), pelo Santander Totta (291 milhões) e pelo BPI (236 milhões) e que, somados, chegam aos763 milhões de euros. Só a CGD fechou o ano em terreno vermelho: 171 milhões negativos.

Recorde-se que as contas negativas vêm do primeiro semestre de 2014, quando o antigo BES registou um prejuízo histórico (o maior de sempre do sector) de 3600 milhões. Se a este valor se somarem os 468 milhões de euros de prejuízo apurados já pelo Novo Banco na segunda metade do mesmo ano, então, em dois anos, o ex-BES/Novo Banco contabilizou uma perda de quase 5000 milhões. Um montante que deixa em evidência as fragilidades dos cálculos do Banco de Portugal realizados no quadro da Resolução, a 3 de Agosto de 2014, quando o Novo Banco recebeu uma injecção de fundos de 4900 milhões considerada  então suficiente e com margem de folga.

Governo falha acordo no Novo Banco

Jornal Económico

E agora??? A venda a qualquer preço está a falhar.

Segundo o Jornal:

“As negociações com os chineses falharam, entre outras coisas, por causa do nível de imparidades do Novo Banco, reveladas ontem nos resultados semestrais.

Novo Banco fechou o primeiro semestre deste ano com prejuízos de 251,9 milhões de euros.

O factor com maior peso nestes prejuízos foi o nível de provisionamento que ascendeu a 271,6 milhões de euros, dos quais 252,3 milhões para crédito. É o caso da anulação contabilística de juros, provenientes essencialmente de grandes operações feitas antes da Resolução, no valor de 103 milhões de euros antes de impostos, que afectou a margem financeira e por essa via o produto bancário.

A carteira de crédito do Novo Banco inclui diversos contratos antigos com grandes clientes que enfrentam situações de insolvência ou, pelo menos, que não conseguem cumprir as suas responsabilidades perante a banca. Assim, o Novo Banco teve de anular juros (receitas), o que prejudica os resultados e, por outro lado, significa que houve provisões que foram mal calculadas, refere o Expresso no seu site.

O banco destaca também o reconhecimento de imparidades para toda a carteira de títulos, em que “assumiu especial relevância a desvalorização da participação na Pharol SGPS e na Oi, no valor de 55,4 milhões de euros”.

A Apollo tem uma proposta que inclui uma operação earn-out, ou seja a entrada em bolsa futura do Novo Banco, com partilha de mais-valia com o Fundo de Resolução.”

E agora vão obrigar os bancos e os contribuintes a pagar as asneiras????

Coincidências do Kavacus

Fonte Observador

Segundo O jornal Da coligação PAF, o Observador, os banqueiros que estariam a ser perseguidos ( digo estariam, porque como insinuou Rangel, os políticos mandam na Justiça) foram financiadores da campanha eleitoral.

Segundo o Jornal

“Banqueiros e administradores do BES e GES foram dos principais doadores da campanha de Cavaco Silva em 2011. Empresário José Guilherme e família deram 100 mil euros.”

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Já agora o Observador já nasceu duas vezes????

Ah Não sabia…… a culpa é do BP

FMI culpa Banco de Portugal

A noticia é engraçada… e diz nomeadamente o seguinte:

“O Banco de Portugal é responsável pela supervisão prudencial dos bancos que fazem parte da jurisdição. A troika não tinha o mandato nem a capacidade para levar a cabo essa atividade durante o programa e não era responsável pela supervisão dos bancos”, respondeu.

Por seu lado, o Banco de Portugal refere que “as entidades do ramo não financeiro do Grupo Espírito Santo não se encontram sujeitas” à sua supervisão.

Mas o facto de em três anos de troika esta nunca ter feito qualquer referência a problemas no Banco Espírito Santo tem suscitado comentários de várias personalidades. O professsor Marcelo Rebelo de Sousa e Guntram Wolff, diretor da Bruegel, também consideram estranho que o problema não tenha sido detetado.”

BES – Governo engana contribuintes

Governo engana contribuintes

Clicar na imagem par a ler texto completo

O economista refere:”

“O Governo está a enganar os portugueses” quando diz que a operação de resgate do BES não terá custos para os contribuintes, acusa Paul De Grauwe, professor de Economia na Universidade de Leuven, na Bélgica, e ex-conselheiro da Comissão Europeia, em declarações ao Dinheiro Vivo.

A dura crítica é extensível ao governador do Banco de Portugal, que anteontem garantiu que a medida “não terá qualquer custo para o erário público, nem para os contribuintes”.

As autoridades têm repetido que o salvamento do BES não vai ser feito pelo Estado, nem com o dinheiro dos contribuintes. Por isso não há risco. Os recursos a usar na capitalização do Novo Banco (parte boa do BES) são dos bancos e “não incluem fundos públicos”.

Na verdade, o fundo de resolução, que é dos bancos, será o acionista único do Novo Banco. Problema: o fundo, criado em 2012, tem apenas 500 milhões de euros disponíveis. Serão os contribuintes a emprestar aos bancos, por um prazo de até dois anos, o que falta para chegar ao capital necessário: 4,4 mil milhões de euros. É o valor de uma reforma do Estado.”

Então isso da supervisão não era coisa fácil de fazer

Segundo o governador do BP , a supervisão é uma coisa muito complicada. Porque estes malandros dos bancos usam truques de magia. E assim só mesmo na última semana se descobriram as malandrices.

Para sermos mais rigorosos foi quando os primos se zangaram…

Pois mas não eram estes piéssedês e pepes que diziam que a supervisão era muito fácil e que o Constâncio é que era nabo.

De forma resumida – BES nacionalizado

Embora as certezas sejam poucas , algumas coisas são claras:

Passos e Carlos Costa enganaram os  portugueses quando disseram que os  contribuintes não iam pagar nada.

Afinal os interesses dos privados no banco  eram uma treta….

O BES abriu falência e o o estado cria um novo banco, chamado “Novo Banco” quase exclusivamente com dinheiros públicos. Se a venda for tão bem feita como foi o BIC nós é que pagamos.

Quem entrou no aumento de capital do BES , há cerca de um mês foi enganado pelo estado Português. Quando se deixou o banco estar em Bolsa até sexta os accionistas foram enganados, pois já se sabia da decisão de acabar com o BES.

Certos pseudo líderes da oposição são mesmo uns anjinhos que foram comidos pelo lobo mau. Não sabem, não estudam… dizem sempre que sim e levaram um baile…