Dia 17 eleições para a Santa Casa da Misericórdia de Mangualde

O tenente coronel José Tomás é o candidato a provedor da Santa Casa de Misericórdia, liderando a lista B. Era uma candidatura já anunciada e que coordena uma lista bastante forte, que une elementos jovens e menos jovens, provenientes de diferentes espaços profissionais , políticos e ideológicos.

Tenho de destacar aqui, obviamente, os candidatos a presidente da Mesa da Assembleia e do Conselho Fiscal, ou seja os amigos Victor Gomes e Filipe Pais.

Tanto quanto sei, existe uma outra lista, sobre a qual não encontrei dados concretos, mas que seria promovida por Castro Oliveira e Sobral Abrantes.

Flyer publicado no facebook de José Tomás

Em declarações efetuadas , o tenente coronel José Tomás refere :

“Como é do vosso conhecimento sou candidato a provedor da Santa Casa da Misericórdia de Mangualde (SCMM), posição a qual me submeto a sufrágio no próximo dia 17 de Janeiro de 2015.

Nos últimos meses tenho vindo a trabalhar com várias pessoas que apoiam a minha candidatura no desenvolvimento e consolidação deste projeto que será seguramente aquele que mais interessa à Instituição, aos seus utentes, aos seus colaboradores e a Mangualde.

Considero que as próximas eleições são um ato de elevada importância para a nossa Irmandade. Assim, todos os Irmãos têm o dever e a responsabilidade de exercer o direito de voto no ato eleitoral que se irá realizar no dia 17 de Janeiro de 2014, para escolher a candidatura que se apresenta mais bem preparada no sentido de conduzir os destinos da nossa Santa Casa.

A candidatura que tenho a honra de encabeçar, assente nos princípios da disponibilidade, da modernidade, da inovação e na ambição de bem servir, é um compromisso de honra que nos vinculará a todos os Irmãos e à SCMM. Este compromisso está sustentado nos valores da Lealdade, da Honestidade e da Frontalidade.

Aceitamos este desafio por vontade própria, de alma aberta, e com a determinação e o empenho para conduzirmos os destinos da Santa Casa, com a dedicação, o espírito de missão, a competência e a abnegação que a Instituição merece, de forma a reposicioná-la como uma grande instituição ao serviço da Irmandade e de Mangualde.

Somos uma candidatura que procurará sempre o bom entendimento, as parcerias e a cooperação com as demais instituições do nosso Concelho. Digo-o com toda a convicção porque somos uma equipa de pessoas com múltiplas experiências profissionais, com competências e elevados valores morais. Teremos a preocupação permanente de honrar todos aqueles que durante 400 anos serviram a SCMM, tendo em atenção os princípios da doutrina e moral cristã, as normas das instituições particulares de solidariedade social e o compromisso da Irmandade.

Consideramos que o trabalho a desenvolver deve assentar nos pilares dos serviços de excelência aos utentes, da sustentabilidade financeira da Instituição, no fortalecimento e desenvolvimento do espírito da Irmandade enquanto associação, na manutenção e conservação das infraestruturas, na formação técnico-profissional e promoção do mérito dos recursos humanos, no património, na comunicação e na atenção que deverá merecer o novo quadro comunitário de apoio.

Por tudo isto afirmo que somos a candidatura mais bem preparada para gerir a SCMM nos próximos 4 anos, pelo que tenho a honra de convidar todos os irmãos a apoiar o nosso projeto e a votar na nossa candidatura no próximo dia 17 de Janeiro.”

Retirado do facebook

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One Response to Dia 17 eleições para a Santa Casa da Misericórdia de Mangualde

  1. Manuel Azevedo says:

    Na minha amada aldeia gaulesa onde houve, mas já não há, romanos a combater, aconteceu nesta tarde fria de sábado, uma batalha fraticida. Ainda paira no ar um certo cheiro a pólvora…
    Esta sanguinolenta peleja surgiu na sequência da declaração de renùncia à continuidade em funções por limite de idade e cansaço, feita há mais de um ano pelo comandante do Forte, o qual logo mandou publicar na ordem de serviço que a sua substituição e dos seus oficiais, se faria no final do ano da graça de 2014.
    Havia, à época, muito tempo para arregimentar forças que lutassem pelo poder no quartel, havendo até quem aventasse a possibilidade de um consenso que impedisse uma guerra entre irmãos. Não tendo sido possível atingir tal desiderato, não osbtante a realização de algumas reuniões exploratórias, logo, um a seguir ao outro, se formaram dois exércitos de irmãos desavindos, os quais, com os meios de que dispunham, se propuseram engrossar as suas fileiras, tendo recrutado, no seu conjunto, cerca de centena e meia de novos soldados, que vieram juntar-se aos militares veterenos, mas ainda ativos, que restavam nas fileiras da Instituição. Acontece que dessa centena e meia, cerca de cem, foram logo apelidados de assaltantes do pote, perdão, do Forte, por uma das fações em confronto. A outra meia centena, à partida tão assaltante como a centena atrás referida tinha, porém, uma peculiar caraterística: havia sido ungida com uma poção mágica que transformou também os seus efetivos em assaltantes, só que dos bons. E sérios. Tão sérios e competentes, que logo alguns se perfilaram para integrar a lista das futuras chefias intermédias da guarnição.
    Acontece que na definição da estratégia para a batalha aprazada, os comandantes do exército dos bons, ao invés de combaterem o inimigo com lealdade e as mesmas armas que este usava – atitude que poderia ter contribuído para somar às suas hostes boa parte dos militares veteranos, sempre muito úteis nestes pleitos e conseguir até o apoio de alguns recrutas trânsfugas arrependidos de ter aderido ao pelotão dos maus e estivessem dispostos a saltar a paliçada e trocar de farda – recorreram a armamento obsoleto e cujo prazo de validade havia expirado há cerca de 40 anos. E vai daí, passaram a difundir boatos, calúnias, insídias e acusações infundadas contra o exército inimigo, bem como outras pulhices do género, especialmente veiculadas pelo pasquim local de serviço às tropas da gente séria. O seu desespero chegou ao ponto de tentar dividir, manipular e envolver numa guerra que não era sua, os paramilitares que trabalham diariamente no quartel e do qual recebem o soldo com que se sustentam, independentemente de quem seja o comandante, o oficial ou o sargento de dia, no dia do …”pré”.
    O desguarnecer da frente de batalha e estas miseráveis e vis atitudes só podiam vir a resultar, como resultaram, na vitória do exército das forças do mal e numa derrota clamorosa da destroçada tropa fandanga da gente séria e impoluta. Coisa semelhante também aconteceu aos arrogantes castelhanos em Aljubarrota…
    Costuma ser de bom tom proclamar no fim das refregas: “Glória aos vencedores, honra aos vencidos”. No caso em apreço, os vencidos não merecem que lhes seja dirigida esta citação, porque não foram honrados, nem honraram a Instituição que pretendiam liderar.

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