Jorge Coelho é uma das figuras de topo do Movimento pelo Interior

Nasceu um movimento com base em figuras de primeiro plano da vida civil  e política de defesa do interior. Autarcas, empresários e académicos apresentam dentro de seis meses caderno reivindicativo com seis medidas radicais para o Interior. Em Viseu, Movimento apresentou Jorge Coelho, Miguel Cadilhe e Pedro Lourtie como coordenadores para as políticas territoriais, fiscais e na área da Educação.

Para Jorge Coelho, ex-ministro das Obras Públicas e responsável pela área do território, “o país já gastou muito dinheiro em infraestruturas que lhe permite dar este salto” de mudança. Agora, referiu, é preciso “coragem”, a mesma com que o Movimento avançou, para “quem tem de decidir fazê-lo de uma vez por todas”.

Nomes como Álvaro Amaro, Rui Santos, presidente da Câmara Municipal de Vila Real e presidente dos Autarcas Socialistas, António Fontaínhas Fernandes, reitor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, Nuno Mangas, presidente do Instituto Politécnico de Leiria e presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos de Portugal, Fernando Nunes, empresário e presidente do Grupo Visabeira, Rui Nabeiro, empresário e fundador do Grupo Delta, e José Silva Peneda, ex-presidente do Conselho Económico e Social, fazem parte do movimento.

O movimento vai realizar conferências que irão culminar numa grande conferência nacional a realizar em junho de 2018 e onde serão apresentadas as seis medidas ao Governo e ao Presidente da República.

Mas queriam caridades pindéricas? É preciso ter classe!

http://omocho.azurara.net/blog4/tias_car.jpg1-Confesso que não sou muito a favor da caridade pindérica. É preciso ter classe , como se verifica, aliás,  na imagem. Falando a sério as instituições precisam de encontrar parceiros e isso por vezes não se compadece com certas posturas. Só que … existem limites para tudo

2-Esta coisa da caridade tornou-se um negócio de muitos milhares. Constantemente surgem notícias de desvios, de verbas mal aplicadas, de roupa doada que aparece nas feiras, de alimentos deitados fora….

3- E com tias como estas, ou as Jonets deste país pior.

4-O negócio chegou a situações de pressão via marketing telefónico. As bases de dados vão sendo disponibilizadas, (trocadas ou vendidas), criam-se instituições e é telefonar.. telefonar. Parecem a MEO. E ao que parece os funcionários ganham em função dos donativo.

5-Com a brincadeira todas são prejudicadas e as instituições sérias acabam por ver os apoios reduzidos.

Mas olhem vamos brincar à caridadezinha…

Ainda sou do tempo em nos prometiam mais tempo livre

No último ano da faculdade tínhamos de estudar o Tofler. Tanto quanto me lembro ele garantia a chegada da terceira “vaga”. Ou seja, graças ao progresso, à tecnologia, ao desenvolvimento informático e cientifico todos iríamos trabalhar menos e ter muito tempo livre e lazer. (acertou até um certo ponto) Depois o sistema encarregou-se de nos exigir cada vez mais trabalho e cada vez mais desregulação. O consumismo, aliado à ideologia liberal, destruiu o sonho. Isto acontece com todos e não só com os professores. É um problema geral. Nos professores agrava-se pois não conseguem esquecer a escola quando a deixam. Em nome de um salário melhor, ( da garantia de emprego ) e mais uns gadjets … deixámos perder tudo. E perdemos o tempo para pensar, para estar, para ler, para ouvir música, para tomar um café sentado, para estar com a família. Até as crianças já vivem assim, com horas marcadas para tudo.( escola, natação, ballet, piano, explicação….)
Há muitos anos quando se concluiu a autoestrada Lisboa -Porto foi uma agitação. Corridas para ver quantas horas se faziam.. viagens só para ir na autoestrada…Era o progresso. Um primo meu contabilista de um grupo qualquer no norte disse-me: O caraças: Até agora eu ia no dia anterior , descansava no hotel e de manhã ia reunir com a empresa. Vinha depois e ia trabalhar no dia seguinte. Agora vou às 5 da amanhã, reúno às 9h como umas sandes venho e ainda vou trabalhar.Se fosse agora ainda dizia.. e tenho de levar o tablet para responder e se for de comboio vou a trabalhar e se ficar no hotel tenho de trabalhar na mesma e …e….e…e ,…