Obras continuam – Rotunda da zona industrial

Meio milhão de euros para construção de rotunda e conclusão de infraestruturas na Zona Industrial do salgueiro

Arranque das obras

A Câmara Municipal de Mangualde já arrancou com os trabalhos de construção de uma rotunda que liga o arruamento da Zona Industrial do Salgueiro com a EN16. A intervenção visa também a extensão das infraestruturas aos lotes existentes na referida zona industrial. A intervenção, integrada no Plano de Investimentos que a autarquia definiu no início do ano, visa suprir problemas de circulação de trânsito, segurança e ampliar as redes de abastecimento de gás, água, telecomunicações, energia e águas residuais. São já mais de 7 milhões de euros de investimento em marcha, entre obras iniciadas, concluídas, em execução e em fase de contratação pública.

Segundo o Jornal do Centro a coligação PSD-PP em Mangualde já não existe

Em Mangualde não teremos PAF

Sabemos que nestas coisas a verdade muda muito frequentemente. Assim, com todas as cautelas quanto ao futuro, parece que neste momento a coligação de direita não vai existir em Mangualde.

Não sei se o CDS se vai apresentar sozinho ou não. Enquanto força que tem um passado importante do ponto de vista autárquico espero que sim. Tem o seu lugar e este deve ser autónomo do PSD. Convenhamos que sem Castro Oliveira as últimas coligações eram uma submissão ao PSD. Caso o CDS já não consiga ir a votos , os seus militantes só têm de escolher. Ou votam PSD, ou votam João Azevedo, com quem aliás estão a maioria das figuras históricas do CDS.Vamos ver.

Projecto Dou Mais Tempo à Vida – “Mulheres de Rosa” – 25 de Junho

Cartaz

Tertúlia Vivida é o nome da actividade de sensibilização das “Mulheres de Rosa” que se realiza no dia 25 de Junho pelas 16:00h no jardim da Espiga, no Bairro da Gândara. Porque todos nós desconhecemos o dia de amanhã, porque informação nunca é demais, porque é sempre bom ouvir quem já passou por esta luta que é o cancro.

Com esta acção pretende-se uma comunidade mais desperta para a prevenção do cancro no homem e na mulher.

Projecto Dou Mais Tempo à Vida-equipa “Alcafache Convida” – 25 de Junho

Cartaz

No dia 25 de Junho em Alcafache a equipa “Alcafache Convida” efectua uma caminhada de 9KM pelos trilhos do Dão. A concentração para esta actividade inicia-se às 8:00h, na Junta de Freguesia de Alcafache.

 Ao inscrever-se pode optar só pela caminhada ou pela caminhada e almoço, a inscrição é grátis para crianças até aos 10 anos de idade. Do valor da inscrição 2,50 euros são doados à Liga Portuguesa Contra o Cancro. Ficam os contactos para informações e inscrições 967 211 336/964 496 434/965 124 191/962 551 67. Venha disfrutar da bela paisagem natural ao longo das margens do Rio Dão.

Projecto Dou Mais Tempo à Vida- “Somos Naturalmente Saudáveis” – 24 de Junho

 

Cartaz

No âmbito do projecto Dou Mais Tempo à Vida, a equipa “Somos Naturalmente Saudáveis” realiza duas aulas de yoga no dia 24 de Junho. As aulas decorrerão na Universidade Sénior (Antiga Escola das Carvalhas), pelas 16:30h e 17:30h. Para participar numa destas aulas orientadas pelo professor António Aguiar deve levar uma esteira ou toalha de praia. A inscrição tem o valor de 3 euros que revertem na íntegra para a Liga Portuguesa Contra o cancro. Junte-se a nós, participe!

Homenagem a Ana de Castro Osório

Confesso que tenho um carinho espacial por esta escritora. Por algum motivo existia na minha casa um velho livro dela. “A Minha Pátria” Uma edição que creio ser dos anos 20. Foi lido e relido. Terá sido talvez o livro que mais influenciou a minha formação .


No passado domingo, 18 de junho, Mangualde prestou homenagem a Ana de Castro Osório, uma mangualdense que dedicou a sua vida à escrita e às causas feministas. A iniciativa realizou-se no ano em que se comemoram os 145 anos do seu nascimento e integrou as comemorações do aniversário dos 40 anos da CIG – Comissão para a Igualdade do Género. A cerimónia, que decorreu na Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves, contou com a presença da Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, do Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Azevedo, da autora do projeto ‘Mangualde – Cidade das Histórias’, Rosabela Afonso, e da Presidente da ACCIG – Associação Cultura, Conhecimento e Igualdade de Género, Rosalina Almeida.

A mesa da sessão

 

A sessão de encerramento foi proferida por Teresa Fragoso, Presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, que apresentou o trabalho desenvolvido ao longo dos 40 anos da CIG e pela Vereadora Maria José Coelho que enalteceu a homenagem a Ana Castro Osório, a construção do futuro projeto Cidade das Histórias e o trabalho desenvolvido na área da igualdade de género pelo município tendo em conta a conciliação da vida profissional, pessoal e familiar. Durante o evento, os alunos do 1º ano da Escola Básica Ana de Castro Osório procederam à leitura do conto “Era Uma Vez…”. Seguiu-se uma mesa redonda, moderada pelo jornalista e escritor Henrique Monteiro, e que contou com as intervenções de Elza Pais, Deputada da Assembleia da República, Presidente da Subcomissão para a Igualdade de Género e Não Violência, Luisa Mellid, Técnica Superior do Ministério da Cultura e Crítica Literária e João Carlos Alves, professor de História na Escola Gomes Eanes de Azurara. Foi lançado o projeto ‘Mangualde – Cidade das Histórias’, um projeto municipal dedicado à vida e obra de Ana de Castro Osório. Os presentes tiveram ainda a oportunidade de visitar a exposição ‘40 anos, 40 Mulheres’ da Comissão para a Igualdade do Género e assistir à inauguração, pela Secretária de Estado, da Sala Ana de Castro Osório, espaço infantojuvenil da Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves.

 Figura destacada da luta pela emancipação das mulheres e impulsionadora da literatura infantil em Portugal, Ana de Castro Osório nasceu em Mangualde em 1872, cidade que vai recordar a sua vida e obra.

 

Afinal o verdadeiro Inferno chegou

Foto DN

Não sou especialista de incêndios e muito menos de combate a fogos mas não consigo entender.

1-Este ano todos sabiam que estavam reunidas as condições para incêndios de grande dimensão e em grande quantidade.Falta de chuva, seca e temperaturas muito altas. É certo que um dos famosos especialistas dizia, o ano passado segundo creio, que ia ser um ano muito mau porque tinha chovido tarde e portanto tinha crescido mato. Os especialistas destas coisas impressionam-me muito pela sua infinita sabedoria.

2-Fala-se sempre na prevenção. Fizeram alguma coisa de especial para prevenir e combater este ano?

3-O que é que aconteceu neste incêndio que provocou dezenas de mortes e aldeias destruídas? Foi um fenómeno diferente. Alguém falou num tornado acompanhado por trovoadas. É preciso saber e punir responsáveis. Inicialmente falava-se no IC8. Então mas o transito não foi parado? Ao que parece terá sido essencialmente numa estrada mais pequena, mas a questão é a mesma. Ninguém deu ordens para interromper  o trânsito?

4-Quando é que se para com a parvoíce da ”  referência ao vento”. O fogo é que provoca o vento e raramente o vento provoca o fogo. Se há fogo com dimensão mínima existe vento provocado pelo fogo. Terá sido diferente neste caso?

5-Já agora senhores jornalistas, quando é param com perguntas ao inteligentes nas praias e rios deste país e procuram saber o outro lado das coisas.A imagem do DN diz muito. O que faz um carro numa estrada larga a arder? O que fazem 5 bombeiros a olhar para o carro. A combater o quê?

6- Em poucos dias morreram pessoas em praias e rios e agora dezenas numa estrada. Pode ter sido um fenómeno  localizado. Mas infelizmente parece-me ser de novo a falta de prevenção, a falta de meios, a falta de liderança no combate e o facilitismo e porreirismo típico do ser “português”. E aqui saliento o que tenho vindo a repetir: Falta de organização e falta de liderança nos processos de combate. ( e não, não estou a criticar o bombeiro). Mas falo nas lideranças dos bombeiros e nas lideranças políticas de combate aos incêndios. Eu não percebo nada disto, mas ouço-os falar.

Mas agora é pensar nas vítimas,rezar pelas vítimas , apoiar os sobreviventes e esperar que não se repita.