Pessoal- mais um passo. Agora foi o cateter

Era mais ou menos assim. Maior no meu caso

Depois da alta oncológica foi a vez de tirar o cateter. Uma pequena intervenção mas custou um pouco mais do que esperava a sair. Foi em ambulatório e já foi. Se quando o  colocaram tive de ouvir o cirurgião a cantar  José Cid, agora a médica entreteu-se a discutir comigo derivadas e  hummm o trabalho dos professores. (aiaiaia)

Foram 6 anos na sua companhia. Portou-se bem, mas espero não necessitar dele novamente

Mangualde – 30 anos de elevação a cidade

Mangualde antigo

Dias 2 e 3 de julho, Centro da Cidade

COMEMORAÇÕES DOS 30 anos

da elevação de Mangualde a cidade

‘QUEREMOS QUE MANGUALDE SEJA UMA TERRA COM FUTURO,

UMA TERRA QUE TENHA CONDIÇÕES PARA ACOLHER PESSOAS.

QUEREMOS QUE MANGUALDE SEJA UM TERRITÓRIO COMPETITIVO’ – JOÃO AZEVEDO

A autarquia mangualdense vai assinalar, nos dias 2 e 3 de julho, os 30 anos da elevação de Mangualde a cidade, numa celebração que se quer participativa e integradora de todos os munícipes. As iniciativas decorrem no centro da cidade de acordo com um programa pensado especialmente para o efeito.

 Para o Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Azevedo, ‘nestes 30 anos podíamos ter feito mais, o concelho desenvolveu-se mas existiram momentos da história onde, efetivamente, não aproveitamos as candidaturas e projetos comunitários apresentados ao país. Ficamos um bocado adormecidos naquilo que é a criatividade e o trabalho de captação de investimento comunitário e de investimento privado’. ‘Mas hoje estamos, rapidamente, a recuperar o tempo perdido’ reforça. O autarca afirma ainda ‘queremos que Mangualde seja uma terra com futuro, uma terra que tenha condições para acolher pessoas. Queremos que Mangualde seja um território competitivo’.

 Assim, no sábado, dia 2 de julho, pelas 21h30, o Largo Dr. Couto será palco do Concerto 30 Anos, pela POEMa em Estágio com atuações de João Abrantes, Andreia Amaral, Cristiana Rodrigues, Diana Albuquerque, Inês Coelho, João Dias, Telma Rodrigues, Tiago Cunha e Contracanto. No domingo, dia 3, poderá assistir ao Desfile das Forças Vivas do Concelho de Mangualde, no Centro da Cidade, a partir das 15h00. À noite, realiza-se a Epopeia Musical pela História de Mangualde, pela Orquestra Aeminium, sob Direção Artística de José Rui Martins. O espetáculo realiza-se no Largo Dr. Couto, às 21h30.

Pafiosos.. ainda não é desta.

Défice a melhorar

Excelentes notícias para Portugal e más notícias para os PAfiosos.Ministério das Finanças revela, na execução orçamental dos cinco primeiros meses deste ano, que há sinais de estabilização da despesa (0,1%) e crescimento da receita (1,6%).

“A execução orçamental de Maio registou um défice de 395 milhões de euros, o que representa 7,2% do previsto para o ano (em 2015, representava 18,5% do défice anual)”, revelam as Finanças.

O saldo primário (excluindo os juros) apresentou um excedente de 2.890 milhões de euros, mais 728 milhões de euros do que em 2015.

Segundo o Ministério das Finanças, a melhoria do défice resulta de um crescimento da receita (1,6%) e da estabilização da despesa (0,1%).

“A economia e o mercado de trabalho têm apresentado sinais que suportam a evolução favorável das receitas fiscal e contributiva”, explica o comunicado, acrescentando que a receita fiscal cresceu 2,7% (abaixo do objectivo anual de 5,1%, fixado no OE/2016), não obstante o acréscimo de reembolsos fiscais em 229 milhões de euros.

Ou muito me engano ou essa coisa do Brexit não vai dar em nada.

Escócia e Irlanda… como será?

Vamos ver com alguma calma esta coisa da saída do Reino Unido. Os britânicos entraram tarde e de má vontade. Nunca estiveram de alma e coração com o projeto europeu. Portanto a sua vontade de sair é natural e explica-se por três razões:

1- Precisamente a má vontade de séculos ;

2- Outra razões internas, ligada à xenofobia, ao racismo, ao medo dos emigrantes à crise económica.

3- O abandono pelos dirigentes europeus dos verdadeiros valores de uma Europa solidária. A chegada ao poder dos neo-liberais que só pensam em austeridade.

Os ingleses foram facilmente iludidos ( como os portugueses estão a ser ) que sem a Europa libertam dinheiro para eles. Parvoíces. Os resultados da votação demonstram que as regiões não querem sair.

E curiosamente , no dia seguinte as promessas começaram a sair.Diziam-lhes por exemplo que iam ter mais 50 milhões de libras por dia para o SN Saúde. Pois tá bem melga….

No imediato vamos ter uma crise económica que pode ser má para Portugal, mas sobretudo será má para os Ingleses. mas não creio que dure muito. A economia fala sempre mais alto e a Europa e o Reino Unido vão-se entender. Muito provavelmente os emigrantes vão ter alguns problemas , sobretudo em termos de salários e benefícios sociais. Poderão existir algumas limitações mas estou convencido que as fronteiras e a livre circulação continuará. Certamente que se vai criar um acordo de associação, mais ou menos união aduaneira com elementos do Mercado Comum. Só desta forma o reino Unido trava os desejos da Escócia e da Irlanda e se defende o mercado bolsista Inglês. Ou seja daqui  a um ano,  vai-se perceber que está tudo muito parecido no que respeita ao Reino Unido.

Obviamente que pode existir o efeito de contágio. A crise económica terminou com a solidariedade e o domínio dos politiqueiros de terceiro nível da Europa complicaram. hoje todos estão em luta com os outros. Funcionários públicos contra privados, empregados contra desempregados, pobres e ricos, velhos e novos.. enfim…… Solidariedade perdeu-se.
Quanto à saída de Portugal só mesmo por loucura. Imaginem só e apenas no dia seguinte verem-se com menos 50% do que têm, com importações muito mais caras, com dificuldades de emigração e sem apoios da Europa. Vamos ter juízo.

 

Bruxelas arrasa PAF- caso BANIF

I online de hoje

Os pafiosos tentam, tentam, tentam distrair mas…. adiaram adiaram adiaram e nada resolveram.

A Comissão é clara: Texto traduzido automaticamente.Desculpem a má qualidade mas percebe-se

A Comissão Europeia respondeu às perguntas enviadas pelos deputados em relação ao Banif enviadas pelos deputados. Logo no início do documento pode ler-se uma passagem bastante reveladora sobre o caso Banif, mas, sobretudo, uma passagem que ajuda a perceber o que foram os últimos 4 anos em termos de intervenção no sector financeiro: fazer o mínimo necessário e adiar a resolução de problemas. O resultado é que isto tem custos. E não são pequenos.

” desde a aprovação temporária do auxílio de emergência em Janeiro de 2013, a comissão insistido com Portugal a tomar providências no caso banif. A Comissão foi muito claro em cada ponto tempo que nenhuma das variações diferentes do projecto de planos de reestruturação apresentados pelas autoridades portuguesas teria permitido ao banif ao retorno à viabilidade. 2 as diferentes versões do plano fornecidas eram todos caracterizados por, nomeadamente, muito pobre qualidade dos dados, irrealista e infundado rentabilidade projecções, uma ausência de estratégia coerente de negócios e correspondente definição do núcleo das actividades do banco e uma falta de ou Atraso na entrega de um cenário de stress e seus impactos. Todos estes elementos são fundamentais para a comissão avaliar o retorno à viabilidade de um banco, conforme estabelecido na comunicação sobre a reestruturação da comissão. Receber um plano de reestruturação coerente demonstrando o retorno à viabilidade para banif foi particularmente importante neste caso banif porque continuou a ter dificuldades em cumprir o compromisso de pagar a Portugal o estado ajuda recebida.”

texto na versão original:

“Since the temporary approval of rescue aid in January 2013, the Commission repeatedly urged Portugal to take action in the Banif case. The Commission was very clear at every point in time that none of the different variations of the draft restructuring plans submitted by the Portuguese authorities would have allowed Banif to return to viability.2 The different versions of the plan provided were all characterised by, inter alia, very poor data quality, unrealistic and unsubstantiated profitability projections, a lack of coherent business strategy and corresponding definition of the core activities of the bank and a lack of or late delivery of a stress scenario and its impacts. All these elements are critical for the Commission to assess the return to viability of a bank as set out in the Restructuring communication of the Commission. Receiving a coherent restructuring plan demonstrating the return to viability for Banif was particularly important in this case because Banif continued to have difficulties fulfilling the commitment to repay to Portugal the State aid received.”

Pois senhores pafiosos. É assim…

Jornal de negócios

Os juros da dívida portuguesa estão a descer em todos os prazos, num dia que está a ser marcado por um renovado optimismo em torno da possibilidade de os eleitores britânicos votarem a favor da permanência na União Europeia no referendo de 23 de Junho.
A ‘yield’ associada às obrigações portuguesas a dez anos desce 7 pontos base para 3,242%, depois de ter atingido 3,461% na passada quinta-feira, o valor mais alto desde 25 de Fevereiro. No prazo a cinco anos o alívio é de 5,5 pontos para 2,106%.

O poste está vivo — mas a equipa está morta

Rapinada por aí

Esta imagem que anda por aí no facebook representa bem o espírito dos nossos milionários jogadores. Ronaldo mais uma vez falha na selecção.Aliás, quantas vezes jogou ao seu nível na selecção??? Continua-se a jogar para um e esse um é apenas 0,2.

Fernando Santos , que aprecio bastante, está a ser um treinador que não consegue estruturar a equipa. Escolhe os jogadores com base nos recados nos jornalistas e dos comentadores.  Fazer substituições a 10  e a 3 minutos … bem só mesmo na distrital. O resto foi o costume… Esperar que o golo apareça.Usar a calculadora. Marcar o bilhete de vinda.

Era o grupo mais fácil… A jogar desta forma estamos ao nível da Islândia. Arriscamos o último lugar. Enfim….

João Azevedo eleito para o secretariado nacional do PS

João Azevedo eleito para ao secretariado nacional do PS

A primeira reunião da  Comissão Nacional do PS, escolheu esta noite o secretariado do partido . O Secretariado Nacional do PS é o órgão de direcção do  partido e é  liderado por António Costa e pela sua adjunta Ana Catarina Mendes.

João Azevedo e assim reconhecido o seu trabalho político em termos autárquicos e em termos nacionais.

Salienta-se ainda que Elza Pais, por inerência de funções faz também parte do secretariado que tem assim dois Mangualdenses.