Autarquia de Mangualde participa na reunião com António Costa

Mangualde na linha da frente

Na passada segunda-feira, 28 de março, João Azevedo, Presidente da Câmara Municipal de Mangualde e membro efetivo do Comité das Regiões (CdR) reuniu com o primeiro-ministro, António Costa, na sua residência oficial. O encontro realizou-se após a reunião do Comité das Regiões  levado a cabo pela Secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Margarida Marques, e que juntou a delegação portuguesa do CdR no Palácio da Cova da Moura, em Lisboa. Nesta reunião, estiveram ainda presentes o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, o secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, o ministro-adjunto, Eduardo Cabrita, o Presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, e os Presidentes da Câmara da Aveiro, Guarda, Maia, Viana do Castelo, Vila Real de Santo António e Évora, Rui Ribau Esteves, Álvaro Santos Amaro, António Bragança Fernandes, José Maria Costa, Luis Filipe Gomes, Carlos Pinto de Sá, respetivamente.

Tendo sido esta a primeira reunião conjunta entre o Comité e o Governo, o edil mangualdense considera que ‘esta reunião representa um salto qualitativo, pelo aumento da importância que o Governo está a dar a este comité, até porque o atual Primeiro-Ministro, enquanto presidente da Câmara de Lisboa, era membro efetivo do CdR’. Acrescentando, ‘foi realizada a primeira avaliação do trabalho que tem sido feito e definida qual a estratégia a seguir, criando um grupo de trabalho em permanência, que vai permitir a preparação de  avaliações, que defendam os interesses de Portugal e dos portugueses’. ‘Como resultado deste encontro ficou definido um plano de reuniões anual em rede que permitirá aumentar a discussão e a defesa da estratégia de Portugal na Europa de forma coordenada e articulada entre todas as instituições. Este elo de ligação vai permitir alavancar a preparação para a avaliação que o comité fará da Europa no pós 2020’. Satisfeito com os resultados, João Azevedo conclui que ‘o momento foi de grande valor, porque permitiu definir metas e estratégias para alavancar o futuro.’

A valorização do papel do Comité das Regiões e dos Membros Portugueses junto do mesmo e estabelecer formas de colaboração futura foram os principais objetivos desta reunião. É de salientar que o Comité das Regiões funciona como uma Assembleia da União Europeia formada por vários representantes eleitos de autoridades regionais e locais, como forma de tornar o mais abrangente possível a representação institucional a nível europeu. Os seus representantes têm um papel pró-ativo na avaliação e definição no processo legislativo da União Europeia com impacto direto nas regiões e cidades.

 

Via Sacra em Mangualde

Cerca de duas mil pessoas assistiram na Sexta-feira Santa, pelas 21h00, à «Via Sacra» em Mangualde. A encenação, pelos Escuteiros de Ranhados com o apoio dos Escuteiros de Mangualde, decorreu pelas ruas da cidade, da Igreja Nossa Senhora do Desterro (Capela do Rebelo) até à Igreja Paroquial de Mangualde, num momento de grande emoção e reflexão. O momento contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Azevedo.

Imagem da via Sacra

Imagem da via Sacra

 A programação «Páscoa em Mangualde 2016» é uma organização conjunta da Câmara Municipal de Mangualde e da Paróquia de Mangualde, com a parceria da Santa Casa da Misericórdia de Mangualde e o Grupo Cultural e Recreativo de Santo Amaro de Azurara.

Justiça: feriados roubados regressam

Público

António Costa tem razão. Os feriados foram retirados por meras questões ideológicas. Não temos mais feriados que outros países e foi claro para todos que os impactos da retirada dos feriados não existiram. Nos serviços mais puros, o trabalho é o mesmo com ou sem feriados. No sector industrial admito uma subida ligeira da produção, mas uma óbvia baixa da produtividade.

A história tem significado. Retirar o 5 de Outubro e o 1º de Dezembro tem um significado político evidente.

Arsélio Martins – A ler

Fonte Educare – Clique na imagem para ler

Arsélio Martins é professor. Conheci-o nos tempos do Prof2000. ( em nota à margem é o pai de Catarina Martins) Dá uma excelente entrevista à Educare.

A titulo de exemplo aqui ficam algumas frases fortes:

“Os professores devem estar prontos para estudar e para prestar provas e para dar boa prova da sua vida”, diz nesta entrevista ao EDUCARE.PT. Afirma também que os docentes devem combater tudo o que não tenha sentido. “Os professores, se é que são precisos para educar para a democracia, para a autonomia, para a responsabilidade individual, devem ter voz ativa em tudo o que lhes diz respeito”, refere.  

Os problemas não devem passar de mão em mão, as retenções não fazem sentido. “Na sala de aula nunca haverá solução para todos os problemas”, observa. Mas os chumbos não são solução. “Devia haver recuperações a tempo de não quebrar e separar o que é importante no ensino e o que é importante para as crianças e jovens em socialização.”

Os exames, na sua opinião, fornecem dados sobre a prestação individual dos alunos, sobre alguns aspetos da aprendizagem. Todavia, nada dizem sobre o trabalho realizado, sobre capacidades individuais. “Nunca nos revela a verdade toda e, para quem não vive a escola concreta nem sabe de que perguntas são feitos os exames, conduz o olhar para uma luz ao fim de um túnel estreito.”  

As mudanças perturbam o sistema de ensino? Perturbador mesmo é o desejo de parar tudo até ter uma paz de cemitério. Claro que há mudanças boas e más, para o bem e para o mal. Como decidir o que é bom e o que é mau? Só conheço uma forma: vitalidade da democracia participativa, debate social, movimentos de professores, etc.
Más são certamente as mudanças feitas em ambiente de desmobilização forçada dos movimentos de professores, estudantes, pais, etc., e só possíveis depois de criadas condições para que ninguém tenha opinião e que não aceitam alternativas e geralmente só conhecem a marcha atrás como mudança. Piores ainda são as feitas por mandantes e caciques estranhos aos sistemas que pretendem influenciar ou só deprimir.

Municipalização? “Aí está uma tão boa quanto má… ideia. Sem tradição, sem discussão, com desconfiança mútua, só pode dar barraca. Maior barraca ainda por não haver meios e haver alguma tentação em fazer da escola uma certa escola à imagem e semelhança de alguma escola que alguém teve.”

Gestão Florestal em Mangualde

Assinatura do protocolo

Com o objetivo de promover o aproveitamento e desenvolvimento florestal a realizar nos terrenos existentes no município de Mangualde, a Câmara Municipal de Mangualde assinou hoje, data em que se comemora o Dia Mundial da Árvore e da Floresta, um protocolo de cooperação inovador com a MAIEQUIPA, empresa de gestão florestal do grupo SONAE Indústria. Na assinatura do protocolo esteve presente o edil mangualdense, João Azevedo, o vice-chairman da SONAE Indústria, Carlos Moreira da Silva, em representação da MAIEQUIPA e os Presidentes de Junta das duas freguesias que integram a primeira parte do projeto: Freguesia de Freixiosa e Freguesia de São João da Fresta, Nelson Figueiredo e Jorge Coelho, respetivamente.

 Este protocolo tem por base terrenos públicos baldios das juntas de freguesia que encerram um potencial de desenvolvimento florestal, à data subaproveitados. A gestão sustentável e a valorização dos recursos florestais são os princípios que norteiam esta parceria, tendo sempre em vista o interesse público e económico do concelho e da região em que os mesmos se inserem.

A SONAE Indústria, um dos maiores grupos mundiais produtores de derivados de madeira, com unidades industriais em Portugal e, nomeadamente, em Mangualde, tem interesse no aproveitamento e desenvolvimento da floresta de uma forma sustentável, assim como em ter uma fonte de fornecimento de madeira localizada perto das unidades industriais do grupo económico a que pertence e que seja sustentável a longo prazo.

Lançado novo programa de educação de adultos

TSF

Um dos crimes da gestão cratista e pafiosa foi a completa destruição da educação de adultos. Na prática. tornou-se quase inexistente. Impediu-se assim a possibilidade de todos aqueles que não puderam frequentar a escolaridade, tivessem mais um oportunidade de concluir os sues estudos ou mudar de área.

Reconheço que tinha algumas dúvidas sobre a actual equipa do ministério. A verdade é que o “menino”, ( como é carinhosamente chamado por alguns especialistas de educação, que dão indícios de pouco respeito pelos  superiores), vai conseguindo tomar medidas positivas. ( Fim da BCE, fim dos exames do 1º ciclo, dar importância a outras áreas que não apenas o português e a Matemática, etc etc etc. ) E agora chegou a vez de recomeçar a Educação de Adultos.  Vamos ver em concreto o que vai sair. Aquilo que já se conhece dá esperanças .

Ligação para o comunicado do ministério

Ana de Castro Osório – livro digital

Por acaso da vida tomei conhecimento muito cedo com um livro de Ana de Castro Osório que ainda conservo religiosamente. Uma edição das primeiras décadas do século XX do livro ” A Minha Pátria” . Li e reli. Lembro-me de por vezes o meu professor primário se admirar com algumas coisas que eu sabia. O segredo era o livrinho.

Mas agora temos uma edição em PDF de um dos livros da autora, que se encontra disponível na Bibliotrónica Portuguesa, em que o acesso aos livros é totalmente livre e gratuito. . Os livros da Bibliotrónica Portuguesa são preparados por estudantes de Edição de Textos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e por editores credenciados, sob orientação de Ângela Correia.

Vejamos : “Ana de Castro Osório, precursora da literatura infantil portuguesa, feminista e romancista, fixou no livro Contos, Fábulas, Facécias e Exemplos da Tradição Popular Portuguesa contos e narrativas da nossa tradição popular oral, salvando-os do esquecimento.
Neste documento valioso, encontramos contos como «Quem tudo quer, tudo perde», «Quem muito fala pouco acerta», «Filho és, pai serás», «Março Marçagão» e «História da Carochinha» que podem lançar uma nova luz sobre as expressões que usamos no dia-a-dia já sem nos darmos conta e também um regresso nostálgico às histórias com que muitos de nós crescemos.”

Para descarregar o livro basta clicar aqui