Socialistas da área da Saúde apoiam Sampaio da Nóvoa

Porque será??????

Imagem Público

“Ana Jorge, António Arnaut, Correia de Campos, Manuela Arcanjo, Manuel Pizarro e Constantino Sakellarides, todos eles ex-responsáveis (ministros, secretários de Estado e directores-gerais) pelo sector da Saúde em diversos governos do PS são apoiantes de António Sampaio da Nóvoa. O significado destes apoios é tanto maior quando uma das candidatas adversárias, Maria de Belém, é ela própria uma ex-ministra da Saúde socialista.

Apesar de não contar com o apoio de nenhum partido com representação parlamentar, Nóvoa continua a receber apoios da área do PS. E não aceita a ideia de que se encontra a disputar com Maria de Belém uma espécie de primárias socialistas. “A minha candidatura foi lançada numa base estritamente independente. Eu não finjo que sou independente. Sou mesmo independente”, afirmou, na noite de terça-feira, numa entrevista à TVI.

Depois das legislativas, Nóvoa tem reforçado a ideia de que há um “novo ciclo da política em Portugal” e que, por isso, faz sentido haver um candidato fora das “lógicas partidárias”, que não assuma a Presidência de uma forma “parcial”.”

Público

Sampaio da Nóvoa – um candidato com ideias claras

facebook- Pedro Reis

“SEM ESQUELETOS NO ARMÁRIO | António Sampaio da Nóvoa foi, por várias vezes, acusado de ter discursos redondos e com pouco para dizer. Era, é, uma acusação falsa. Ontem, na TVI, e após a entrevista dada a Pedro Pinto, vi pela primeira vez um painel de comentadores a concordar com facto de Sampaio da Nóvoa ter sido, até agora, o único candidato à Presidência da República a ser claro em relação ao que faria, se já fosse Presidente. Foi uma excelente entrevista. Mais uma.

A clareza de Sampaio da Nóvoa tem a ver com a génese da sua própria candidatura. Sampaio da Nóvoa tem a liberdade de dizer o que pensa e o que fará. É a diferença entre um homem sem amarras partidárias, sem lobis organizados de apoio, sem esqueletos no armário. É ele próprio, as suas ideias e a sua visão de, e para, Portugal. E isso, nos dias que correm, faz toda a diferença.”

Pedro Reis

Lar residencial para idosos em Abrunhosa do Mato

Fonte: CMM

Em Abrunhosa do Mato, freguesia de Cunha Baixa, Mangualde, vai nascer um novo projeto: um Lar residencial para idosos. A cerimónia de lançamento da primeira pedra aconteceu este domingo, dia 26 de outubro, pelas 17h00, e contou com a presença de diversas entidades, entre as quais o Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Azevedo, o Padre João Zuzarte, pároco da Freguesia de Cunha Baixa e presidente da instituição de Solidariedade Social, o Centro Paroquial de Cunha Baixa, o Presidente da Junta de Cunha Baixa, Paulo Marques, o Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Mangualde, José Tomás, e o Diretor do Centro Distrital da Segurança Social de Viseu, Telmo Antunes.

A nova estrutura residencial, da responsabilidade do Centro Paroquial de Cunha Baixa, implantado em Cunha Baixa, atualmente com as valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário, nasceu da cedência da antiga escola primária de Abrunhosa do Mato por parte da Câmara Municipal de Mangualde, uma escola que estava encerrada há já cerca de três anos. O tempo de construção será sensivelmente de um ano, num investimento de cerca de 300 mil euros. Os idosos mais carenciados serão a prioridade deste projeto que procura mostrar a face caritativa da igreja e para tal o Lar contará com 14 camas.

João Azevedo aproveitou o momento para lembrar da importância do pilar social no concelho de Mangualde, como sendo fundamental no cuidar permanente e em rede dos mais velhos. O Autarca acrescentou ainda que “este novo projeto vai criar mais emprego no sector social e que para além dessa mais valia, o edifício da antiga escola primária, que está devoluto vai ter uma “nova vida” ao serviço da população, tendo assim um papel determinante no desenvolvimento no concelho. Mangualde fica mais rico.”, concluiu.

Para o Padre João Zuzarte este projeto ‘é fundamental para os idosos da região, especialmente para os mais carenciados. ‘A direção e a equipa técnica tiveram como horizonte e motivação para este projeto o número elevado de idosos que vivem no limiar da pobreza e em carência, quer por falta de dinheiro quer pela ausência de retaguarda familiar’, referiu o pároco.