Mas queriam caridades pindéricas? É preciso ter classe!

http://omocho.azurara.net/blog4/tias_car.jpg1-Confesso que não sou muito a favor da caridade pindérica. É preciso ter classe , como se verifica, aliás,  na imagem. Falando a sério as instituições precisam de encontrar parceiros e isso por vezes não se compadece com certas posturas. Só que … existem limites para tudo

2-Esta coisa da caridade tornou-se um negócio de muitos milhares. Constantemente surgem notícias de desvios, de verbas mal aplicadas, de roupa doada que aparece nas feiras, de alimentos deitados fora….

3- E com tias como estas, ou as Jonets deste país pior.

4-O negócio chegou a situações de pressão via marketing telefónico. As bases de dados vão sendo disponibilizadas, (trocadas ou vendidas), criam-se instituições e é telefonar.. telefonar. Parecem a MEO. E ao que parece os funcionários ganham em função dos donativo.

5-Com a brincadeira todas são prejudicadas e as instituições sérias acabam por ver os apoios reduzidos.

Mas olhem vamos brincar à caridadezinha…

Ainda sou do tempo em nos prometiam mais tempo livre

No último ano da faculdade tínhamos de estudar o Tofler. Tanto quanto me lembro ele garantia a chegada da terceira “vaga”. Ou seja, graças ao progresso, à tecnologia, ao desenvolvimento informático e cientifico todos iríamos trabalhar menos e ter muito tempo livre e lazer. (acertou até um certo ponto) Depois o sistema encarregou-se de nos exigir cada vez mais trabalho e cada vez mais desregulação. O consumismo, aliado à ideologia liberal, destruiu o sonho. Isto acontece com todos e não só com os professores. É um problema geral. Nos professores agrava-se pois não conseguem esquecer a escola quando a deixam. Em nome de um salário melhor, ( da garantia de emprego ) e mais uns gadjets … deixámos perder tudo. E perdemos o tempo para pensar, para estar, para ler, para ouvir música, para tomar um café sentado, para estar com a família. Até as crianças já vivem assim, com horas marcadas para tudo.( escola, natação, ballet, piano, explicação….)
Há muitos anos quando se concluiu a autoestrada Lisboa -Porto foi uma agitação. Corridas para ver quantas horas se faziam.. viagens só para ir na autoestrada…Era o progresso. Um primo meu contabilista de um grupo qualquer no norte disse-me: O caraças: Até agora eu ia no dia anterior , descansava no hotel e de manhã ia reunir com a empresa. Vinha depois e ia trabalhar no dia seguinte. Agora vou às 5 da amanhã, reúno às 9h como umas sandes venho e ainda vou trabalhar.Se fosse agora ainda dizia.. e tenho de levar o tablet para responder e se for de comboio vou a trabalhar e se ficar no hotel tenho de trabalhar na mesma e …e….e…e ,…

Semear Mangualde por via aérea

Decorreu hoje, 29 de novembro, nas instalações do CIDEM – Centro de Inovação e Dinamização Empresarial de Mangualde, uma sessão de esclarecimento sobre o projeto “Semear Portugal por Via Aérea”. Este projeto consiste no lançamento de sementes nas encostas e/ou áreas de difícil acesso dos municípios afetados pelos incêndios, recorrendo a aviões. Esteve presente João Azevedo, Presidente do Município de Mangualde, um dos seis municípios onde arrancará esta iniciativa. A Mangualde juntam-se Gouveia, Olive

Milhares de sementes permitirão, assim, devolver vida a zonas a que dificilmente se conseguiria aceder e, ao mesmo tempo, acelerar o processo de repovoamento, dado que os animais passam a contar com algum alimento.

Esta é uma iniciativa pioneira em Portugal, da responsabilidade da Take C’Air Crew Volunteers e da Replantar Portugal, em parceria com a Quercus e com a Avitrata. Conta ainda com a colaboração do ICNF – Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, que certifica todas as sementes utilizadas e ajudará na monitorização e acompanhamento do resultado da intervenção aérea, em conjunto com Universidades e Institutos Politécnicos. O Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural também apoia a iniciativa.

A primeira fase do projeto arranca às 9h00 do dia 5, com partida do Aeródromo de Viseu.

Obras no Bairro da Lavoeira e na Mesquitela

O Presidente do Município de Mangualde, João Azevedo, visitou as obras que se encontram a decorrer no Bairro da Lavoeira e em diferentes ruas da freguesia de Mesquitela. Nesta visita, foi acompanhado por Marco Almeida, Presidente da União das Freguesias de Mangualde, Mesquitela e Cunha Alta. A obra, que implica um investimento de 165 mil euros, pretende melhorar os acessos pedonais e rodoviários em diferentes locais da freguesia.

Com a intervenção no Bairro da Lavoeira pretende-se melhorar as condições de circulação pedonal e rodoviária na Rua Aristides Albuquerque Santos, Rua da Lavoeira, Rua Jorge Amado, Rua José Régio e Rua Virgílio Ferreira, bem como reforçar a rede de drenagem de águas pluviais. O pavimento nestas vias encontrava-se bastante degradado em resultado das ações mecânicas do tráfego existente, da sua exposição às condições climatéricas e de intervenções pontuais na rede de infraestruturas, razões pelas quais será reabilitado. Também a sinalização vertical existente nestas ruas será substituída e serão criados dois marcos de incêndio.

MELHORAR AS CONDIÇÕES DE CIRCULAÇÃO RODOVIÁRIA NA RUA DIREITA, RUA DO BACELO, RUA DE S. PEDRO E LARGO DO BACELO

Já em Mesquitela, o objetivo é melhorar as condições de circulação rodoviária na Rua Direita, Rua do Bacelo, Rua de S. Pedro e Largo do Bacelo. Nestes locais, também o piso afetado pelo trânsito e pela exposição às condições climatéricas será reabilitado e a sinalização vertical, constantemente sujeita a exposição solar, será substituída.

E aumenta o número de camiões a trazer água para a barragem de Fagilde

Já são perto de 100 camiões transportar água. Por um lado água já tratada e que é colocada na rede e por outro água não tratada e que é colocada na barragem.

João Matos Fernandes, Ministro do Ambiente, esteve ontem (dia 18 de novembro) em Mangualde. O Governo, numa ação conjunta do Ministério da Defesa, do Ministério da Administração Interna, do Ministério do Ambiente e das Autarquias, leva a cabo uma ação de reforço do transporte de água, nesta que é a maior operação de sempre em Portugal de transporte de água.

O Governo vai enviar mais 45 camiões-cisterna diariamente para descarregar água bruta na Albufeira de Fagilde, somando-se aos 51 já existentes, para enfrentar a seca que atinge quatro concelhos do distrito de Viseu – Mangualde, Nelas, Penalva do Castelo e Viseu, anunciou ontem o ministro do Ambiente. Esta operação arrancou às 07:00 de hoje, domingo, depois de durante o dia de ontem terem sido feitos alguns testes.

“Esta ação vem demonstrar que estamos preparados para agir quando somos confrontados com situações de catástrofe como esta que está a acontecer na nossa região. Com este reforço de camiões diários estamos a dar uma resposta cabal às necessidades das pessoas, aos domicílios, ao tecido empresarial, à economia social, à saúde e a todos os agentes locais, para que esta região seja competitiva e tenha esperança para o futuro. “, sublinhou João Azevedo, Presidente da Câmara Municipal de Mangualde.

“A água vai ser tirada da Albufeira da Aguieira, que tem uma capacidade muito maior, e trazida diretamente para a Albufeira de Fagilde. Essa água é depois tratada na própria ETA de Fagilde e entra nos sistemas para poder abastecer estes quatro concelhos”, explicou ontem o Ministro do Ambiente. Referiu ainda que este transporte será assegurado por camiões-cisterna de corporações de bombeiros de oito distritos do país, que já partiram dos seus locais de origem carregados com água. Para tal, tinha sido anunciada uma verba de 250 mil euros, para que os quatro municípios pudessem fazer face às despesas relacionadas com o transporte de água. Posteriormente, o Governo disponibilizou mais 250 mil euros para apoiar uma iniciativa da Águas de Portugal, que veio reforçar o transporte diário, em camiões-cisterna.

Ministro do Ambiente – estará esta tarde em Mangualde- maior operação de sempre de transporte de água em Portugal

Após as exigências formuladas pelas autarquias e pelo presidente da câmara de Mangualde em particular, o governo lança uma ação de reforço de transporte de águas. João Matos Fernandes, Ministro do Ambiente, estará esta tarde em Mangualde. O Governo, numa ação conjunta do Ministério da Defesa, do Ministério da Administração Interna, do Ministério do Ambiente e das Autarquias, vai levar a cabo uma ação de reforço do transporte de água, nesta que será a maior operação de sempre em Portugal de transporte de água.

O briefing desta operação acontecerá hoje, pelas 15h00, na Base de Apoio Logístico dos Bombeiros de Mangualde, com a presença do Ministro do Ambiente, João Matos Fernandes.

No dia 16 de Novembro o Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins vem assinar o fundo de apoio ao Município

250 MIL EUROS PARA MEDIDAS CONTRA A ESCASSEZ DE ÁGUA

Assinatura de protocolo esta quinta-feira, dia 16 de novembro, pelas 14h00, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Mangualde, com presença do Secretário de Estado do Ambiente

 Esta quinta-feira, dia 16 de novembro, o Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, desloca-se a Mangualde para a assinatura do protocolo do Fundo de Apoio Ambiental com os Municípios de Mangualde, Viseu, Nelas e Penalva do Castelo. O encontro está agendado para as 14h30, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Mangualde.

São 250 mil euros que este Fundo de Apoio Ambiental irá disponibilizar para os Municípios atingidos pela seca – Mangualde, Viseu, Nelas e Penalva do Castelo – implementarem as medidas necessárias contra a escassez de água.

Não chega mas é uma ajuda

Marcelo em Fagilde

Visita à barragem

Pois é senhor presidente desta vez a coisa não vai com beijinhos aos peixinhos.

Segundo a Lusa – publicado no expresso- “O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, mostrou-se esta sexta-feira espantado por a reserva de água da Barragem de Fagilde, que serve vários concelhos do distrito de Viseu, só ser suficiente para 20 dias de abastecimento.”

“Vinte dias, disse? Vinte dias é o final do mês de novembro, princípio de dezembro”, exclamou Marcelo Rebelo de Sousa, em conversa com os presidentes das Câmaras de Viseu e de Mangualde, Almeida Henriques e João Azevedo, respetivamente, durante uma visita à Barragem de Fagilde. João Azevedo explicou que, para restabelecer os níveis, teria de haver “500 camiões por dia a deitar água dentro da bacia da Barragem de Fagilde”.

Questionado pelos jornalistas sobre se tinha noção desta realidade, Marcelo Rebelo de Sousa disse ter-se apercebido dela ao ouvir, “nos últimos dias, as intervenções dos senhores presidentes de Câmara” e “quando ficou patente que afinal a chuva não vinha”.

O Chefe de Estado disse que a chuva que caiu “foi insignificante”, sublinhando a importância de se confirmarem as previsões de que “daqui a dez dias poderá chover”.

Os autarcas contaram a Marcelo Rebelo de Sousa que, como forma de fazer face à seca, chegam diariamente, em camiões cisterna, 500 metros cúbicos de água a Mangualde e 3.300 metros cúbicos a Viseu. “Tira ‘stress’ da barragem”, explicou João Azevedo.
Almeida Henriques admitiu que o secretário de Estado do Ambiente “tem sido inexcedível” a ajudar a resolver a situação, mas que esta operação está a custar “muito dinheiro” ao cofres da autarquia: 20 mil euros por cada um dos últimos dez dias no caso de Viseu.

“Nós temos uma margem entre os cinco mil euros e os 27 mil euros, com a previsão de termos cerca de 250 mil euros para usar, mas não temos capacidade para aguentar mais do que isto.

E o Governo tem que assumir esta responsabilidade”, frisou João Azevedo.

“O ano seco ficou patente quando se verificou, em setembro e depois em outubro, que não havia a chuva que muitos esperavam. Ninguém pensava que fosse setembro, outubro e estamos a avançar por novembro e tivéssemos a situação que temos”, lamentou.

A Barragem de Fagilde abastece 130 mil pessoas dos concelhos de Mangualde, Nelas, Viseu e Penalva do Castelo.